DISCENTES DO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL PRODUZEM EXTENSÃO, INTITULADA: TENDÊNCIAS E INFLUÊNCIA DOS FATORES AMBIENTAIS, CLIMÁTICOS E DE URBANIZAÇÃO NA INCIDÊNCIA DA ESQUISTOSSOMOSE

O trabalho traz uma pesquisa realizada entre os estudantes do curso “Gestão Ambiental” no Centro Universitário Unifacol. Sob a orientação do professor André Luiz através da disciplina “Gestão Ambiental II”. Seus dados tem como principal objetivo analisar fatores climáticos e urbanos que contribuem para a disseminação da esquistossomose, com a presença de coliformes fecais no solo e nas águas contaminadas pelo parasita. A doença parasitária, esquistossomose, representa uma grande problemática de difícil resolução para a saúde pública brasileira, a qual é resultante de diversos fatores ocasionados pelos seres humanos ao alterarem os ecossistemas naturais principalmente através dos processos de desmatamento e dos processos de urbanização e imigração, os quais contribuem para a proliferação em massa dos parasitas causadores da enfermidade. Dessa forma, é necessário compreender desde os fatores de origem da contaminação, como também buscar alternativas que possam contribuir para a diminuição e neutralização dos agentes parasitários. Os fatores climáticos desempenham um papel crucial na ocorrência e disseminação da esquistossomose, o aumento da temperatura pode acelerar o desenvolvimento das larvas do parasita, aumentando sua produção, além disso a presença de chuvas intensas e inundações favorece a disseminação das larvas e contaminação de áreas previamente não afetadas.

A doença parasitária, esquistossomose, representa uma grande problemática de difícil resolução para a saúde pública brasileira, a qual é resultante de diversos fatores ocasionados pelos seres humanos ao alterarem os ecossistemas naturais principalmente através dos processos de desmatamento e dos processos de urbanização e imigração, os quais contribuem para a proliferação em massa dos parasitas causadores da enfermidade. Dessa forma, é necessário compreender desde os fatores de origem da contaminação, como também buscar alternativas que possam contribuir para a diminuição e neutralização dos agentes parasitários. Os fatores climáticos desempenham um papel crucial na ocorrência e disseminação da esquistossomose, o aumento da temperatura pode acelerar o desenvolvimento das larvas do parasita, aumentando sua produção, além disso a presença de chuvas intensas e inundações favorece a disseminação das larvas e contaminação de áreas previamente não afetadas.

A urbanização tem uma papel significativo na incidência da esquistossomose, o crescimento das áreas urbanas geralmente leva a ocupação de áreas próximas aos rios, e muitas vezes sem devida infraestrutura sanitária. Isso resulta na disposição inadequada de esgoto e no acumulo de resíduos sólidos, o que aumenta a contaminação nas águas dos rios por fezes humanas infectadas. Além disso, o desenvolvimento urbano pode levar ao desmatamento e proliferação de parasitas transmissores da doença. É importante destacar que relação entre os fatores ambientais climáticos, urbanização e esquistossomose é complexa e sistêmica. Onde a urbanização inadequada e as mudanças climática aumentam a incidência da doença, e a própria esquistossomose pode ter impactos negativos na saúde das populações afetadas, afetando seu desenvolvimento socioeconômico. Sendo assim o presente trabalho é de grande importância pois justifica-se na compreensão dessa doença parasitária e na implantação de medidas na prevenção, controle e conscientização.  

    Para atingir, esse fim o presente trabalho utilizou a pesquisa bibliográfica do tipo exploratória e ao fim produzirá um panfleto educativo à população demonstrando as variáveis climáticas e ambientais que irão contribuir para a proliferação da esquistossomose. Espera-se, através desse trabalho, conscientizar a população sobre como as condições ambientais e climáticas interferem na proliferação e controle da doença bem como contribuir com a ciência da saúde única.

Consideramos que as mudanças climáticas, as precárias condições socioeconômicas, a urbanização, as más condições de tratamento de água e esgoto, e os movimentos migratórios são os principais fatores que contribuem para o aumento do índice dos casos de esquistossomose, fatores biológicos, sociais, políticos e culturais que tem contribuído para a formação de quadros endêmicos específicos. Diante dessa temática sistêmica, é necessário adotar uma abordagem integrada e multidisciplinar para controlar a esquistossomose, isto inclui a implantação de medidas de saneamento básico, tratamento de esgoto e o fornecimento de água potável, além da promoção da educação em saúde, panfletos educativos e da conscientização sobre os riscos da doença. Portanto estratégias de vigilância e controle dos parasitas são essenciais para interromper o ciclo de transmissão da doença. A mitigação das mudanças climáticas também desempenham o papel fundamental na redução da incidência da esquistossomose, a redução das emissões de gases de efeito estufa e a promoção de práticas sustentáveis podem ajudar a minimizar os impactos das mudanças climáticas nos padrões de transmissão da doença.7